Serralves Reabre Portas no Dia Internacional dos Museus

Em 2020, o Dia Internacional dos Museus ganha ainda mais significado e alegria em Serralves.
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Entrada Gratuita

O Parque está pleno de vida e todos os espaços de Serralves, o Museu de Arte Contemporânea, a Casa de Serralves e a Casa do Cinema Manoel de Oliveira estão preparados para receber com segurança todos os seus visitantes. 

Em 2020, o Dia Internacional dos Museus ganha ainda mais significado e alegria em Serralves.

Vamos assinalar este significativo momento durante todo o dia, celebrando a Primavera no Parque e oferecendo um extenso programa de diferentes possibilidades, concebido especificamente para este regresso ao contacto direto com os espaços de arte, de contemplação e de reflexão e, ao mesmo tempo, garantindo todos os cuidados e normas de segurança e de proteção dos visitantes e dos colaboradores de Serralves.

PROGRAMA

António Gouveia, diretor do Parque de Serralves, abre o dia, no Parterre Central  (10h30) do Parque de Serralves, conduzindo conversas com Teresa Andresen (presidente da Associação Portuguesa dos Jardins Históricos) sobre a importância dos Jardins Históricos no séc. XXI;  com Eduarda Paz (presidente da Associação Portuguesa das Camélias) sobre a valorização das camélias portuguesas e com  Dulce Freire  (historiadora e professora da Universidade de Coimbra) sobre as sementes do nosso futuro.

Um pouco mais tarde (11h30), decorre na Mata do Treetop Walk uma sessão de plantação, pelos jardineiros de Serralves, de exemplares de espécies autóctones da floresta portuguesa, em parceria com o ICNF-Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, incluindo espécies identificadas em projetos de recuperação de populações e habitats naturais no Parque Nacional da Peneda Gerês. A introdução destas espécies no Parque de Serralves, nas imediações do Treetop Walk, permitirá enriquecer a coleção de espécies atravessadas pelo passadiço que leva o visitante pelas copas das árvores e pela reflexão sobre a conservação da biodiversidade.

Ainda no Parque, no Jardim das Aromáticas (12h00), simbolicamente dando as boas vindas aos que todos os dias fazem Serralves, procederemos à criação do canteiro de flores batizado “A vida como ela é”, plantado por cada um dos colaboradores da Fundação, cujo crescimento e floração iremos acompanhar nos próximos meses. 

No Lagar da Quinta, a exploração continua, livre e sem limites: Mariana Roldão, coordenadora do Serviço Educativo Ambiente, leva-nos a visitar a exposição“A Floresta”, em que dará a conhecer a importância e diversidade deste ecossistema (12h30).

Ao início da tarde (14h30), no Arboreto junto à Casa do Cinema,  António Preto, diretor da casa do cinema Manoel de Oliveira, vai falar sobre o Mestre numa conversa com Pedro Abrunhosa e Ricardo Trepa, ambos com participações em filmes do realizador, e com Bernardo Pinto de Almeida, crítico de arte e ensaísta. 

Também Filipe Araújo, vice-presidente da Câmara Municipal do Porto, responsável pelo pelouro da Inovação e do Ambiente, durante a tarde (15h45), visitará o Parque e conversará, no Ténis, com António Gouveia sobre a infraestrutura verde da cidade do Porto.

No Museu  (17h15)Philippe Vergne e Ricardo Nicolau, diretor do Museu e adjunto, vão visitar a exposição Electric” explorando a realidade virtual e aumentada como mais uma plataforma de apresentação e apreensão da arte que descobre ângulos novos, radicalmente diferentes. Depois, Philippe Vergne junta-se a António Preto para percorrer a obra e apresentar o catálogo da exposição Arthur Jafa

Ainda Philippe Vergne, desta vez na companhia de Carlos Castanheiravisita a exposição “Orient express – viagem de retorno” à descoberta da obra desenvolvida por Álvaro Siza e Carlos Castanheira no continente asiático. 

O final do dia (18h00) ficará marcado pela inauguração da exposição “Lourdes Castro: A vida como ela é”. Um aguardado regresso a Serralves, depois de duas importantes exposições, em 2003 e 2010, de uma das artistas plásticas mais relevantes na arte contemporânea portuguesa. Este momento contará a presença a Ministra da Cultura, Graça Fonseca.

Na inauguração vai ser lida uma carta de Lourdes Castro pelo curador da exposição Ricardo Nicolau, seguindo-se uma conversa sobre a obra de Lourdes Castro entre Ricardo Nicolau e Francisco Tropa, artista visual que em 2000, representou, com Lourdes Castro, Portugal na Bienal de Arte de Veneza.

·       na Casa de Serralves“O Grito da Imaginação”, onde Paula Rego nos convida a entrar no seu universo, mostra um conjunto de trabalhos realizados pela artista entre 1975 e 2004;

·     na Casa do Cinema Manoel de Oliveira, a exposição do rico espólio do Mestre Manoel de Oliveira permite percorrer a sua longa vida e carreira, de extraordinária importância para o cinema e a sua história, e o impactante vídeo Love Is the Message, the Message Is Death, de Arthur Jafa revela-nos a centralidade deste artista na criação contemporânea;

·        no Parque podemos usufruir das esculturas de autoria de alguns dos mais importantes artistas contemporâneos (Claes Oldenburg, Dan Graham, Richard Serra, Anish Kapoor, Angelo de Sousa e Alberto Carneiro, entre outros), instaladas em permanência nos seus vários recantos, das peças de Olafur Eliasson, que nos alertam para a emergência dos problemas  climáticos que afetam a contemporaneidade, do Treetop Walk que nos permite uma impactante observação da biodiversidade do Parque e nos chama à atenção para a necessidade da sua preservação, dos Jardins (de enorme importância histórica) e da Quinta, que convidam a relaxantes passeios, e da exposição “A Floresta” que nos faz refletir sobre a importância deste ecossistema; 

·        no Museu, as propostas são várias e todas elas apelativas: a nova exposição “Lourdes Castro: A vida como ela é” que abre ao público nesse dia, a mostra “Arthur Jafa: Uma série de prestações absolutamente improváveis, porém extraordinárias” do artista afro-americano, vencedor do Leão de Ouro em Veneza (2019), e a emersão no universo da arte em suportes de realidade virtual na exposição “Electric”; na Biblioteca, a exposição “estás aqui” confronta-nos com a importância dos palcos de Serralves nas artes performativas da contemporaneidade e no Foyer do Auditório o universo arquitetónico de Alvaro Siza e Carlos Castanheira em trabalhos desenvolvidos na Asia é protagonista da exposição “Orient Express”.

NOTAS:

Quem optar por ficar em casa também vai poder estar com Serralves, já que a programação vai ser transmitida através da rede social Instagram

A Biblioteca, a Loja, a Livraria e o Restaurante de Serralves estarão abertos ao público, cumprindo todas as normas de segurança.

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