Vem aí o Hearth Festival: A Arte que liga o Coração à Terra

São 5 fins-de-semana de actividades a girar ‘com… o’ Planeta Azul
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São 5 fins-de-semana de actividades a girar ‘com… o’ Planeta Azul

Há uma profusão de actividades a preencherem a programação do Hearth Festival, que terá lugar em Gondomar ao longo de 5 fins-de-semana do vindouro mês de Março.

O Hearth Festival resulta de uma parceria entre a NovaTerra – Associação Cultural Arte e Ambiente, a Câmara Municipal de Gondomar, o Parque das Serras do Porto e o Projecto das 100.000 para o Futuro.

O conceito do Hearth Festival é agregador e abrangente. Assenta no princípio da fusão das artes com o conhecimento científico. O conceito aposta numa oferta inovadora ao público, que tem por base uma abordagem holística da natureza. A palavra Hearth está associada ao simbolismo de um centro vital de criação, trata-se do local onde é gerado o calor de uma casa (lareira), estando por isso associado à ideia de lar e família. O termo Hearth é também o espelho perfeito do carácter transversal deste festival, que se pretende no futuro internacional: Heart-Art-Earth – a arte que liga o coração à Terra.

Em boa verdade a iniciativa teve já o seu prólogo com a apresentação oficial no dia 22 de Fevereiro, na Casa Branca do Gramido. Contudo, o despontar programático do Hearth Festival só se verifica no próximo dia 29 de Fevereiro, data reservada à plantação de árvores autóctones (entre as 9h30 e as 13h00, na Foz do Sousa) e a um entardecer poético em que se combina a declamação de versos, por um colectivo de recitadores (Anthero Monteiro, Alzira Santos, Amílcar Mendes, Clara Oliveira, David Cardoso, João Arezes, Luís Henrique Pereira e Rafael Tormenta) e a melodia que emanará a partir de um piano cujas teclas estarão a cargo de Ana Maria Pinto.

A programação, tal como se refere acima, é vasta e pode ser consultada aqui. A mesma divide-se vários pólos temáticos ou ramificações, são 4 no total e incluem igual número de tópicos o da Visitação: plantação de árvores, observação, caminhadas e manutenção; Informação: palestras, cinema, livros e o cantinho verde; Inspiração: meditação, movimento, bem como a viagem sensorial. Por fim, a Interpretação: concertos, concurso de poesia e fotografia e oficinas de expressão artística.

Em modo de destaque, sem desprimor para as demais actividades, relevam-se no dia 1 de Março a palestra de Nuno Negrões “Amazónia: a riqueza de suas gentes a biodiversidade”, tendo como mote o filme “Enraizada”, assim como o Lançamento do CD Planeta Azul – Canções para a Mãe Terra, com os agrupamentos corais e musicais Mensageiros da Natureza, Kalindi, Makawee e Allatantou.

A 6 de Março tem lugar no Auditório de Melres uma palestra subordinada à temática “A Protecção da Natureza”, na qual se insere também um concerto com o pianista Hugo Raro cuja tónica é o Jazz e a Floresta. No dia seguinte, 7 de Março terá lugar uma visita ao Património Geológico do Parque das Serras do Porto e as Oficinas “Pedra Viva” (técnicas de pintura em pedra), orientadas por Sara Leal e Maria João Charrinho.

No domingo, dia 8 de Março, terá lugar um ateliê de Construção de Hotéis de Insectos e Comedouros para Aves e Birdwatching, este último sob orientação de Gabriela Moreira e Nuno Oliveira da FAPAS. O momento musical de rodapé estará a cargo de Ana Luísa Guimarães (flauta transversal). No culminar das actividades do dia terá lugar a Oficina de Desenho na Natureza.

No final de semana seguinte, no sábado, dia 13, no Centro Cultural de Rio Tinto terá lugar no âmbito de mais um filme CineEco, “Efeito Borboleta”, uma conversa aberta com Sara Velho e Mariana Cruz. No final haverá um momento musical com o grupo Makawee. A 14 de Março será a vez de Paulo Ferreira orientar a actividade Fotografia de Natureza no Parque das Serras do Porto. “Pessoas e Árvores, Descubra as Diferenças” dará a tónica para uma caminhada com palestra a cargo de Luís Martins. No final do dia há um concerto ao vivo com a exibição do filme de Paulo Ferreira “Parque das Serras do Porto” no Auditório Municipal de Gondomar.

A meio do mês, em pleno dia 15, haverá mais uma acção dedicada ao cinema e à ecologia: os filmes “7,83hz” e “Gnomon” servirão de suporte à palestra de Marta Pinto. A oficina “Sentir e Desenhar as Palavras”, monitorizada por Alexandra Duque, terá lugar na Casa do Gramido durante a tarde.

Antonio Vitorino de Almeida

Chega o teatro

Nos dias 20 e 21 de Março há “Diálogos das Árvores”, com os coros da Novaterra e apresentação do livro “Guardiões da Floresta”, Palestra sobre a “Diversidade Urbana” e visita à Quinta do Passal, bem como o lançamento do livro “Lixo Zero”, por Ana Milhazes.

O teatro chega à programação do Hearth Festival pela mão do grupo Teatro e Marionetas de Mandrágora, que se apresentará com a peça “Refúgio” no dia 27 de Março. Biodanza, actividades para crianças e adultos (Forest School), bem como acções de voluntariado florestal marcam o dia 28 que tem no final do dia um concerto com o violoncelista norte-americano, radicado no Porto, Jared Barahal.

A 29 de Março há ainda tempo para uma Caminhada no Douro e o epílogo das actividades dá-se com o Maestro Victorino de Almeida, é ele o responsável pelo Concerto de Encerramento do Hearth Festival, no Auditório Municipal de Gondomar.

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