2 meses atrás

Está a chegar mais uma edição de Jazz no Parque, em Serralves

O Jazz no Parque 2017 traz a Serralves projetos inéditos


A 26ª edição do Jazz no Parque segue integralmente um mote: juntar músicos nacionais e de outros países nas mesmas formações, em projetos propositadamente criados para a sua apresentação no Ténis de Serralves.

Sempre ao domingo, sempre às 18h.

Os Bilhetes tem um custo de 10 € por concerto (50% de desconto para Amigos de Serralves, Estudantes e maiores de 65 anos).

O Programa Oficial


02 JUL (DOM), 18h00


Spinifex Plus [NL/PT/US] – estreia absoluta

Tobias Klein (saxofone alto); John Dikeman (saxofone tenor); Bart Maris (trompete); Jasper Stadhouders (guitarra eléctrica); Gonçalo Almeida (baixo eléctrico); Philipp Moser (bateria)

+ Francisco Andrade (saxofone tenor); João Martins (saxofone barítono); Luís Vicente (trompete); Eduardo Lála (trombone); Gil Gonçalves (tuba)

Os Spinifex Plus são uma derivação (pensada especificamente para esta participação no Jazz no Parque) da fórmula Spinifex Maximus, com a qual músicos de diversas nacionalidades se adicionaram ao quinteto Spinifex para formar uma “big band” que, em 2015, comemorou o 10º aniversário do projeto. Com uma secção de sopros de oito elementos, fica ainda mais densa e possante a característica música deste grupo que cruza a energia e os “riffs” do metal com o jazz, utilizando melodias que vão beber à Índia e à Turquia. Cinco músicos portugueses juntam-se neste concerto à formação holandesa, que já por si vem ao Porto com um elemento extra, o saxofonista norte-americano John Dikeman.

09 JUL (DOM), 18h00


Rodrigo Amado Northern Liberties [PT/NO] – estreia absoluta

Rodrigo Amado (saxofone tenor); Thomas Johansson (trompete); Jon Rune Strom (contrabaixo); Gard Nilssen (bateria)

O Jazz no Parque lançou a Rodrigo Amado, figura de proa do jazz criativo nacional já com largo reconhecimento além-fronteiras, o desafio de formar um grupo “norueguês”. Ei-lo que se apresenta, em estreia absoluta, com membros de formações da cena escandinava como Cortex, All Included, Bushman’s Revenge ou Puma, num vasto leque de tendências. No horizonte está já a continuação do projeto e a edição de um disco. Em contexto de improvisação integral, são retomados princípios distintivos do free jazze do hard bop, numa entrega caracterizada pela sua implacável energia, sem descurar o pormenor e anuance.

16 JUL (DOM), 18h00


Joelle Léandre X 5 [FR/PT/ES] – estreia absoluta

Joelle Léandre (contrabaixo, voz); Susana Santos Silva (trompete, fliscórnio); Maria Radich (voz, dança); Maria do Mar (violino); Joana Guerra (violoncelo, voz), Angélica V. Salvi (harpa, electrónica)

Com o Feminist Improvising Group e com Les Diaboliques, a contrabaixista Joelle Léandre confrontou a partir da década de 1970 o domínio masculino do mundo do jazz e até a tendência deste para o machismo e a misoginia, tornando-se num emblema da emancipação das mulheres na música. Neste concerto surge como o elemento pivô de um grupo português (incluindo uma espanhola residente no Porto, Angelica V. Salvi) feminino que homenageia esse percurso de resistência e diferenciação. As suas integrantes têm em comum serem experientes improvisadoras, algumas delas desenvolvendo igualmente atividade em outras áreas musicais – da música contemporânea ao rock.


Os concertos serão sempre aos domingos às 18h.
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